[Relatório Completo]
Tecnologia que Deixará Empresas Milionárias

Aqui está o seu Relatório Completo

Olá,

Aqui é o Marcelo Pimenta, da StartSe.

Você está recebendo esse material porque se interessou em saber Qual Tecnologia Pouco Conhecida pelo Brasileiros vai mudar todo Sistema Financeiro e Deixar Várias Empresas Milionárias em Todo o Mundo.

Você verá aqui:

  • Cases de pessoas, países e instituições que ficaram milionárias graças a ela;
  • Por que você precisa ficar de olho nela também;
  • 6 perguntas a se fazer antes de investir nela (se você quiser);
  • 5 dos principais ativos digitais da atualidade e suas diferenças;
  • Além de um bônus: 2 análises que apontam o crescimento desses ativos nos próximos anos.

Vamos lá,

Há 10 anos esses ativos digitais já estavam disponíveis, mas poucas pessoas davam importância para elas.

Os poucos que decidiram ver “o que era aquela coisa” conseguiram em pouco tempo se tornarem milionárias.

Como foi o caso de Christopher Koch; do FBI; da Bulgária; e do Criador dessa Tecnologia como você verá a seguir:

Christopher Koch

Em 2009, o norueguês comprou 27 dólares em bitcoins, quando ninguém estava olhando pra isso. E em 4 anos esse valor se tornou 886 mil dólares. E em 2017 – se ele não sacou todo esse valor de sua conta – seus 27 dólares se transformaram em 25 milhões de dólares.

Nada mau…

Federal Bureau of Investigation (FBI)

Em 2013, o FBI derrubou um cartel de drogas que funcionava ilegalmente na internet. Com isso foram confiscados 144 mil bitcoins que eram usados para comprar e vender drogas.

Se o FBI ainda detém essas moedas, eles possuem um valor maior que 529 milhões de dólares em caixa.

Bulgária

Sim, um país inteiro possui uma das maiores quantias em bitcoin atualmente. A Bulgária em 2017 apreendeu cerca de 213.519 bitcoins, o valor foi tão alto que pagou um quarto da dívida do país.

Hoje esse valor atualizado seria superior a 783 milhões de dólares.

Satoshi Nakamoto

Uma coisa é fato: nenhum dos milionários acima teria consigo isso sem o criador do bitcoin, Satoshi Nakamoto.

Na verdade ninguém sabe se ele é uma pessoa ou grupo de pessoas, muito menos se esse é um nome real ou fictício. Ele nunca foi encontrado.

Entretanto, como primeiro detentor de bitcoin, Satoshi possui cerca de 1,1 milhão de bitcoins na carteira.

Isso em valores atualizados é algo em torno de 4,03 bilhões de dólares. Esse valor é tão alto que se ele (ou eles) resgatar esse valor ou vender suas moedas o preço do bitcoin no mundo inteiro poderia ruir num instante.

Mas porque depois de tantos anos (e quedas de valor) você precisa ficar de olho nisso?

Não estou sugerindo que você comece a sair por aí comprando toda moeda que você ver pela frente.

Mas o que elas pretendem fazer com a forma de nos relacionarmos com dinheiro é algo que está chamando cada vez mais a atenção de empresas, países e bancos do que você pode imaginar:

  • Tornar meios de pagamento de peer-to-peer, B2B e até entre países inteiros totalmente online e sem nenhum tipo de barreira;
  • Elas podem ser utilizadas pelas fintechs (startups financeiras) e bancos para criarem serviços ainda mais inovadores para atender a população de modo geral;
  • E até países inteiros estão querendo criar suas próprias moedas digitais graças à comodidade que elas trazem para agilizar o sistema financeiro.

As fintechs principalmente precisam olhar para ela porque essa é uma tecnologia capaz de tornar meios de pagamento e transações muito mais rápidas e seguras do que qualquer modelo tradicional.

Existem atualmente mais de 800 fintechs no Brasil, quase 500 delas nasceram só ano passado. E 4 das 5 unicórnios que nasceram no país (startups com valuation superior a 1 bilhão de dólares), são do mercado financeiro.

Elas estão dispostas a atuar em segmentos nos quais os grandes bancos não conseguem se modernizar, por causa de suas robustas e caras estruturas.

Agilidade e segurança no pagamento com certeza é uma delas.

É bom elas começarem a se mexer logo, porque os grandes bancos também estão olhando para o modelo de pagamento que as criptomoedas criaram.

Até bancos como o Itaú já utilizaram a tecnologia blockchain (que torna essas transações seguras) aqui mesmo no Brasil para testar sua segurança e disponibilizá-la para seus clientes.

Por isso… Apesar de todo mundo dizer que o bitcoin morreu (na verdade tentam matar ele todos os anos – só ano passado foram 98 vezes)… Mais e mais criptomoedas nascem todos os anos.

Acabei de tirar esse print para você entender porque as criptomoedas estão longe de acabar…

Se as ondas das moedas digitais estivessem em baixa:

  • 2.528 moedas não estaria em circulação;
  • Mais de 121 bilhões de dólares não teriam sido capitalizados;
  • E os 16 bilhões de dólares em capitalização nas últimas 24h não teriam acontecido…

Mas qual delas é a melhor atualmente? O que eu preciso entender antes de saber se vale ou não a pena investir em determinada moeda digital?

Pensando exatamente nisso e também no medo que as pessoas têm ao tentar conhecer mais o que é e como funciona essas moedas digitais – até mesmo para quem procura investir nelas algum dia – vou te mostrar quais as 6 principais perguntas que você deve fazer antes de comprar uma moeda.

E ainda 5 das principais moedas atualmente e suas principais diferenças e aplicações.

#1 Ela Resolve Algo Real?

Com o aumento de criptomoedas surgindo… precisamos saber o que ela traz de diferente com relação às outras.

Do contrário, a chance da vida dessa moeda ser curta são bem altas.

O bitcoin por exemplo nasceu para resolver o problema de transferir valores de forma rápida e barata, e uma reserva desse valor que você tenha sob controle de forma segura e a custos baixos.

Qualquer moeda que tenha esse mesmo propósito pode não ir muito longe, pois o bitcoin já se consolidou e está vivo há uma década por resolver perfeitamente bem esse problema.

Então você deve fazer 4 perguntas para saber se uma moeda tem potencial de ser um “novo bitcoin” ou não:

  1. Qual problema específico essa moeda está tentando resolver?
  2. Em quais casos ela será adotada?
  3. Quão grande é o problema que a solução está tentando abordar?
  4. Outros já tentaram resolver o problema antes?

#2 O Time por trás da moeda é de qualidade?

Investir em cripto é parecido com investir em ações. Por isso, assim como com elas é preciso avaliar os gestores da empresa que você está colocando seu dinheiro, no mundo das moedas digitais você também precisa avaliar o time que está por trás do projeto que a criou também.

Como esse é um mercado novo e ainda está com um quadro regulatório em processo de criação e aprimoramento, saber que você está investindo em algo com pessoas comprometidas e sérias é uma das melhores garantias que você possui para saber se está entrando em algo sério ou não.

Se eles cumprem os prazos estipulados, não possuem problemas de gestão e o ativo parece ter métricas constantes (você verá mais disso no tópico #5)… é um sinal de que vale a pena olhar pra ele.

#3 A Distribuição é Clara?

A distribuição dos tokens precisa ser claro. Token é a “chave-de-acesso” para você poder utilizar a moeda que você adquiriu.

O bitcoin, por exemplo, distribui uma quantia fixa de bitcoin por bloco, a quantidade cai pela metade a cada 4 anos. E a oferta é oferecida e fixa em 21 milhões de moedas.

Todo mundo tem acesso a essas informações de forma clara e acessível. Desde o primeiro investidor até o mais recente deles.

Se a moeda que você está de olho não possui essas regras de forma clara, ou ela não possui uma limitação clara de moedas, fique de olho.

#4 Houve aumento da demanda?

Esse é um dos maiores “termômetros” para uma moeda de sucesso. Afinal não adianta nascer uma moeda que solucione um problema sensacional, se ninguém se interessa por ela.

Como as ofertas dessas moedas são limitadas (por exemplo, a oferta de 21 milhões de moedas do bitcoin)… quanto maior a demanda, mais valorizada ela tende a ficar. Por isso, o valor de uma moeda pode representar muito do que ela poderá crescer (e ficar ainda mais cara) no futuro.

#5 Pode ser usada de modo institucional?

Hoje moedas como o bitcoin não são mais vistas como algo usado pelo mundo do crime ou acessível apenas a “nerds” de tecnologia. Ainda bem…

Já existem grandes fundos e bolsas de investimento em criptomoedas, além de corretoras especializadas no ativo.

Isso ajuda ela a ganhar mais força e a ser vista como um meio de pagamento “legítimo”, afinal se há tantas instituições nisso, é porque o valor e importância delas são claras.

Isso somado a interesses de países como Japão, Venezuela, Alemanha, Suíça, Israel e outros em ter criptomoedas como meios de pagamento legitimados só dá mais força a elas.

Tornando-as cada vez mais seguras para investimentos, afinal cada vez mais países querem se esforçar para elas darem certo.

Quando mais investidores grandes do mercado em uma moeda, maior tende a ser o valor dela no médio e longo prazo.

#6 É possível analisar suas métricas?

Analisar uma criptomoeda é difícil, mas não impossível.

Se você quiser investir em criptomoedas seriamente, é importante analisar ferramentas como hashpower, hashrate (esses termos são mais técnicos, mas basicamente são a capacidade de transformar dados em um valor de comprimento fixo), histórico de preço, número de transações, valor de mercado e várias outras métricas.

É importante conhecer as formas da moeda divulgar dados como esses, seja em seus próprios sites ou por um whitepaper (documento com todas as informações comerciais da moeda).

As 5 principais moedas para você ficar de olho

Bem, se você conseguir responder a essas 6 questões, você tem um belo ativo nas mãos. Com base nisso, abaixo estão 5 moedas que passaram por essas 6 questões para você conhecer suas principais diferenças:

#1 Bitcoin – BTC

Primeira grande criptomoeda criada, lá em 2009. Ela nasceu com a proposta de ser unicamente digital, circular livremente pela internet, ser usada no peer-to-peer no comércio eletrônico e tráfego de valores sem sistemas bancários ou governamental para validá-las.

#2 Litecoin – LTC

Como o BTC precisa de alto processamento, foi criado o LTC como uma alternativa para máquinas menos potentes possam trabalhar no processamento dessa moeda também.

Isso faz o número de transações o Litecoin até 4x maior que o Bitcoin. E o limite de geração de unidades do LTC é de 84 milhões de unidades. Quatro vezes mais que sua “irmã mais velha”, o bitcoin.

#3 Ethereum – ETC

Considerada por muito a principal concorrente do bitcoin, o Ethereum é processado mais rapidamente ainda que o Litecoin, apenas 17 segundos.

Ele também é capaz de gerar contratos criptografados, gerando uma segurança maior a um custo muito menor. Contratos, financiamento coletivo e outras transações ficam completamente seguros pelo Ethereum.

Ele ainda tem outro diferencial: não há limite de transações como as moedas anteriores. Ou seja, ele pode ser criado infinitamente, o que indica que futuramente ele vá, sim, se tornar maior que o Bitcoin e o Litecoin.

#4 Ripple – XRP

Ela nasceu com uma proposta completamente diferente das antecessoras. Enquanto elas tentam não depender de bancos e governos para nada, focando na pessoa física e seu anonimato e segurança. O XRP foca exatamente no contrário…

Para ser usado por bancos e governos realizarem transações internacionais. De forma que os valores transferidos de uma moeda possam ser transferidos e convertidos automaticamente em outra moeda.

Uma transação em euros poderia ser convertida em reais, por exemplo. Isso reduziria custos com bancos e corretoras e garantindo um nível de segurança que as duas instituições muitas vezes não tem.

E além de criptomoedas, a tecnologia permite a transação de outros valores, como milhagens e até minutos de telefonia móvel.

Ela se mostra uma solução interessante para pessoas que não desejem trabalhar no mundo bitcoin e grandes instituições que busquem uma moeda digital segura para realizar transações internacionais.

Por último, a:

#5 Monero – XMR

Ela promete elevar o nível de segurança e anonimato das criptomoedas a um próximo nível.

A maioria das moedas digitais geram uma chave única de segurança para o usuário. Ele a usa para realizar todas as transações, e se esse número for perdido, nunca mais pode ser recuperado.

Mas a XMR promete criar uma chave nova cada vez que você transaciona algum valor.

Tornando o rastreamento e a criptografia dela praticamente impossível de se rastrear.

Agora para você terminar esse relatório de forma completa para aproveitar o ano de 2019

2 análises que apontam para o crescimento das criptomoedas

A primeira delas é a análise do preço mínimo do bitcoin.

Aparentemente a cada ano que passa, o valor mínimo do bitcoin aumenta. Isso significa que quem comprou a moeda há tempos atrás, que o valor delas está aumentado mesmo com as grandes altas e quedas que ela está sofrendo:

Fonte: criptomoedasfacil.com

A segunda tendência são os picos de crescimento que a moeda têm depois do preço dela se consolidar…

Pela análise gráfica, a cada 4 meses, em média, a moeda se valoriza em torno de 2.500 por cento. Seguido por momentos de queda em até 80 por cento do valor anterior, seguido de novo ciclo de estagnação e valorização da moeda.

Ou seja, as moedas geram um pico de crescimento de 100 pontos (por exemplo). Seguido de uma queda de 80 pontos, permanecendo nesse patamar por um tempo até novo crescimento…

O que mostra que, aos poucos, a moeda se valoriza pouco a pouco seguido de absurdas altas e quedas que não chegam a reduzir o valor da moeda ao patamar anterior – o que significa ganhos constantes, mesmo que demorados.

O gráfico acima mostra o período de novembro/2018 a janeiro/2019. E que estamos em uma nova fase de estagnação da moeda…

O mundo das criptomoedas é fascinante. E acredito que estamos apenas no começo dessa revolução que fará parte do nosso dia a dia cada vez mais.

Estamos muito perto da massificação das criptomoedas e da tecnologia blockchain que começa a ser adotada por empresas de tecnologia, bancos e indústrias de energia.

E você? Quer entender mais sobre esse mundo e saber os rumos que elas tomarão segundo os maiores profissionais e especialistas em moedas digitais do mercado?

A StartSe possui sedes nos maiores pólos de inovação do planeta, contando China e Vale do Silício.

E por vermos que lá discussões a respeito desse tema estão aumentando cada vez mais, nós decidimos reunir o melhor desses profissionais em um evento focado em discutir o futuro do blockchain e das criptomoedas e seus impactos na sociedade: o Cripto and Blockchain Day.

Ele acontecerá no dia 28 de março no Expo Center Norte, em São Paulo.

Se você ficou interessado em conhecer mais sobre o evento e a programação completa e palestrantes, clique aqui e confira tudo em nossa página.

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Espero que esse relatório tenha sido útil para te mostrar um pouco do enorme potencial que as criptomoedas e a tecnologia por trás delas ainda terá nos próximos anos.

E os impactos que ela trará a diversas indústrias e setores.

Um abraço,

Marcelo Pimenta – Sócio da StartSe

Se tiver interessado em saber mais sobre o mundo das criptomoedas e do blockchain, clique aqui e conheça os maiores nomes desse setor e o que eles podem te ensinar ainda em 2019.

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