Aqui está o seu Relatório Completo...

Olá,

Aqui é o Marcelo Pimenta, da StartSe,

 

Você está acessando esse Relatório porque se interessou em saber sobre A Nova Tecnologia que torna empresas 100% seguras contra roubos e fraudes e já disponível para uso

 

Você verá aqui:

  • Por que dados pessoais e corporativos serão praticamente imunes a vazamentos e ataques hackers;

  • Como ela tornará empresas inteiras mais rápidas e automatizadas;

  • Facilitar todas as formas de pagamento e recebimento de valores; e

  • Mercados e países que estão utilizando essa tecnologia AGORA e que poucas pessoas conhecem…

 

Bom, antes de te mostrar isso é importante que você saiba o quão expostas empresas e corporações estão hoje em dia.

Uma pesquisa realizada pela consultora PwC em 2018 com mais de 7.200 empresas no mundo inteiro mostrou que 49% de todas elas foram vítimas de fraudes e crimes econômicos nos últimos 2 anos.

Imagina, você abre um negócio e tem metade das chances seus esforços serem fraudados e você perder dinheiro sem nem perceber.

Muitas vezes quando a descoberta acontece, o buraco é grande demais para tapar. Infelizmente.

No Brasil, 52% das empresas aumentaram seu comprometimento financeiro no combate aos delitos. Mas tem um porém: as ações são tomadas em cima do crime de maior gravidade identificado.

7 % delas identificarem perdas acima dos 50 milhões de reais e 66 % perdas acima de 1 milhão de reais.

Isso é dinheiro pra caramba! E as perdas podiam ser evitadas.

Mas o preocupante aqui é: se as empresas se preocupam em tomar ações só em cima de perdas desse valor, abre-se um leque imenso de “pequenas fraudes” que podem ser feitas nas empresas.

500, 1.000, 2.000 reais. Até esse montante alcançar um milhão de prejuízo, algumas empresas podem estar falidas enquanto os fraudadores simplesmente somem do mapa (milionários, claro).

 Por isso, é importante que saiba os 3 principais motivos de fraudes empresariais:

#1 Fraudes Internas

Favorecimento de fornecedores, conflitos de interesses de amigos e familiares e fraudes nos pagamentos são responsáveis por 58,4% das fraudes. Segundo análises da Protiviti Brasil, consultora de gestão de risco e compliance.

#2 Golpe Interno com agentes externos

Esse tipo de fraude estampa jornais por todo o país: funcionários de uma empresa fazem “esquemas” com outras em troca de benefícios. Por exemplo, 41,18% das fraudes são ligadas a propinas; 39,22% apropriações indébitas; 15,69% conflito de interesses e apenas 3,91% à corrupção de agentes públicos.

 

Isso é preocupante porque há um senso comum que acredita que a maior parte da corrupção está ligada a agentes públicos. Mas são uma minoria segundo a pesquisa. Mais da metade das empresas (58,82%) são prestadores de serviços e consultoria e 62% dos casos de fraude têm participação de altos executivos.

#3 Contratação de “Empresas Vírus”

O nome pode parecer estranho, mas empresas vírus são organizações criadas com o único objetivo de cometer fraudes. Elas foram responsáveis por 24% das empresas consultadas caírem em golpes. Isso podia ser evitado se houvesse uma análise técnica melhor dos fornecedores por meio de processos de due diligence de terceiros.

 

Das empresas vírus descobertas, 15% delas não tinham registros ativos e 85,7% eram fornecedores ou prestadores de serviços. E (infelizmente) 75% dos funcionários que foram vítimas eram de alto escalão (de gerência para cima).

Como se não bastasse o grande número de empresas prejudicadas pelo fator humano. Ainda têm que se preocupar com algo muito pior: os ataques hackers.

Se você acha que isso é algo que não gera tanto medo nos profissionais e executivos de empresas, te convido para ler a manchete abaixo:

Crédito: Folha de S. Paulo

Uma pesquisa realizada pela seguradora Allianz Global Corporate, com quase 2.000 empresas de 80 países mostrou que as empresas temem mais ataques hackers do que a inflação ou ataques de austeridade de governos, desastres naturais ou interrupção de suas atividades por motivos maiores.

É normal esse temor diante das consequências que um hacker pode causar a uma empresa: 

 

  • Desvio de dinheiro sem que ninguém perceba;

  • Derrubar sistemas inteiros do ar;

  • Vazamento de informações sigilosas;

  • Vírus capazes de copiar (e destruir) documentos internos;

  • Tirar sites do ar;

  • reprogramar sites e invadir redes sociais para destruir a marca da empresa;

  • Prejudicar clientes em escala mundial;

 

Como se não bastasse o fator humano, os ataques cibernéticos podem virar sua empresa de cabeça para baixo. E talvez ela nunca se recupere depois (principalmente se isso impactar a imagem dela).

 Empresas como Google, Yahoo, Sony Pictures e Governos Inteiros já sofreram ataques deste tipo.

 Mas as vítimas preferidas dos cibercriminosos são as Pequenas e Médias Empresas (PMEs):

Crédito: Estadão PME
Crédito: ONG Instituto Igarapé

A Melhor Solução

Qual seria a melhor ferramenta para proteger empresas e governos de fraudes, corrupção e ataques cibernéticos?

 

Um sistema que solucione essas 3 coisas provavelmente deva ser a prioridade número 1 dentro de qualquer negócio.

 

O bom é que ela já existe há 10 anos. Mas seu potencial só está sendo entendido e utilizado por outras empresas recentemente.

 

A tecnologia blockchain nasceu junto com o bitcoin. Ela era a responsável para que a transação da moeda fosse feita de pessoa pra pessoa (peer-to-peer) de maneira rápida e segura sem precisar de bancos ou qualquer outro intermediário.

 

As moedas explodiram em valorização. Caíram. Subiram de novo e caíram mais ainda. Mas a tecnologia por trás dela foi capaz de realizar 100% das transações de forma segura.

 

Milhares de moedas novas surgiram, a segurança via blockchain aumentou. E agora a tecnologia é usada para transferir dinheiro “real”, contratos inteligentes, transferência de energia elétrica, proteger dados empresariais e pessoais.

 

Mas antes quero te mostrar da forma mais simples possível como o blockchain funciona e porque, para muitos estudiosos, ela é a maior revolução tecnológica desde a internet.

 

Recentemente assisti a uma série que explica da melhor maneira que já vi o que é Blockchain e como ele funciona. Depois disso repito essa explicação (com leves alterações, claro) para todo mundo:

O Problema dos Generais Bizantinos

Imagine que vários generais querem tomar com suas tropas a mesma cidade. Mas antes precisam decidir: eles atacam em conjunto ou batem em retirada? Todos devem entrar num consenso antes de tomarem qualquer ação…

 

Isso na prática é difícil de ocorrer porque, no fundo, os generais não confiam uns nos outros. Como saber quem fala a verdade ou quem está mentindo apenas para conquistar a cidade sozinho? Ou pior: querer levar seus principais inimigos para uma armadilha?

 

Difícil, não acha? O mesmo ocorre com as pessoas.

 

Difícil confiar umas nas outras, seja na internet ou no mundo real. Quem precisa cobrar um parente ou amigo próximo sabe o quão difícil pode ser às vezes receber o dinheiro de volta. Se é que recebe…

 

Você viu acima que os 3 principais fatores de fraude nas empresas não são sistêmicas, mas sim por causa das pessoas.

 

Por isso o blockchain funciona como uma corrente. Qualquer informação (um pagamento, edição em um contrato, transferência, etc.) adicionada é automaticamente repassada a todas as partes envolvidas ao mesmo tempo. E para a transação acontecer, todas as partes devem aprovar também.

 

Não tem como haver fraude porque são milhões de computadores do mundo inteiro monitorando o blockchain – e uma vez inserido um dado novo à cadeia, não há como ser alterado.

 

Se você receber ou fizer um pagamento, aquilo fica registrado no blockchain e qualquer pessoa terá acesso. E como cada informação inserida é criptografada, para um hacker quebrar essa cadeia precisaria hackear milhões de computadores, os milhões de blocos individuais da cadeia (onde cada bloco possui milhões de linhas de códigos).

Mais Seguras e Rápidas

Um dos primeiros benefícios de qualquer empresa com o blockchain é a sua segurança.

 

Você viu na pesquisa realizada pela PwC que 49% das empresas sofreram prejuízos e fraudes nos seus negócios há pelo menos 2 anos.

 

Danos que podem chegar ao valor de 50 milhões de reais.

 

Poder evitar perdas desse porte é um investimento e tanto, e além de proteger o patrimônio (e o caixa) da empresa. Você também evita custos legais, contratação com segurança online e offline, consultorias e um monte de outras coisas.

 

Além deles, você pode proteger não só dados corporativos, mas pessoais também em blockchain. Desde seu e-mail, equipamentos, até dados em redes sociais podem ficar completamente imunes a vazamentos ou hackeamento online.

 

Nenhum centavo vai sair ou entrar na sua empresa, nenhum contrato será fechado com empresas terceiras, até mesmo nenhum funcionário será contratado sem criar um registro em blockchain e monitorado por toda uma rede.

 

É o nível mais transparente e seguro de proteção de dados (e dinheiro) que existe atualmente.

Mais presente do que você imagina

Você pode achar que blockchain ainda é algo “muito distante” ou “bom demais pra ser verdade”. Ou que a maioria das empresas não sabe ou não quer usá-la.

 

Mas desde instituições mais tradicionais quanto empresas de streaming já estão usando ou fazendo negociações para usá-la, pois viram que os benefícios e a rapidez de processos, até então difíceis e burocráticos, são enormes.

 

Wall Street, talvez o mais importante centro financeiro do mundo, vai começar a usar tecnologia blockchain em suas transações também.

 

A DTCC (Depositary Trust and Clearing Corporation), uma depositária para grande parte de Wall Street vai eliminar seus bancos de dados centrais para funcionar de forma descentralizada (como o bitcoin).

 

Segundo o CEO da DTCC, Michael Bodson, “esse é um passo real e tangível para algo bem diferente no futuro para Wall Street”. Eles enxergaram que essa tecnologia é uma nova forma de fazer velhos processos que melhoram (e muito) o dia a dia do setor financeiro.

 

A empresa Spotify está trabalhando em parceria com a Mediachain Labs para usar blockchain nos direitos autorais das músicas da plataforma de streaming.

 

É uma forma de unir os artistas, a plataforma e outros detentores sobre as músicas evitando fraudes ou que faixas sejam compartilhadas sem permissão no streaming.

 

Na China, registros em blockchain já podem ser usados como evidências em tribunais de lá. Enquanto as autoridades intensificam medidas para lidar com disputas legais relacionadas à internet.

 

Isso está funcionando desde 2018 e um tribunal especializado em internet já lidou com mais de 10 mil casos, a maioria relacionada à empréstimos, difamação e nomes de domínio.

 

O HSBC realizou uma transação de carregamento de soja entre Argentina e Malásia utilizando blockchain também.

 

Foi a primeira operação do tipo entre dois países e o resultado foi uma economia enorme de tempo de transação, custos, trabalho, papelada e aumento da segurança.

 

Se essa operação for adotada em massa, uma indústria de US$ 9 trilhões de dólares será transformada e transacionada graças a uma tecnologia. Isso era impossível anos atrás (e ainda parece impossível para muita gente).


O Banco Itaú também conseguiu realizar a primeira transação com dinheiro de verdade (não criptomoedas) entre instituições com uso da tecnologia.

Crédito: StartSe

E para mostrar que o blockchain está chegando no Brasil com força total, aqui está duas notícias fresquinhas do mercado que você pode não ter lido nos grandes jornais:

 

A Casa da Moeda (responsável pela impressão de todo papel-moeda do Brasil) estuda aplicações práticas de blockchain na instituição, algo que até então era impensável.

 

Eva Netto, assessora de imprensa da Casa da Moeda dá duas informações bem interessantes sobre a tecnologia no setor:

 

“A Casa da Moeda tem estudado aplicações potenciais da tecnologia blockchain para aprimorar seus produtos e processos. especificamente em relação à segurança da impressão do dinheiro físico”.

 

E completa que o blockchain “apresenta um grande potencial para a redução da burocracia, o aumento da transparência e aceleração de processos. O potencial da blockchain tem sido estudado pelos setores público e privado, e certamente inúmeras inovações surgirão nos próximos anos em benefício dos cidadãos”.

 

O Banco Bradesco, assim como o Itaú, está permitindo realização de transações via blockchain. Testes foram feitos entre o banco e o banco japonês MUFG (ex-Bank of Tokyo Mitsubishi).

 

As estimativas são de que até setembro de 2019 essa opção esteja disponível nas agências do banco e depois para os canais digitais. Para, em seguida, seguir com a expansão internacional.

 

Uma transferência Internacional hoje demora 2 dias para ser concluída, graças ao blockchain será feito em tempo real com 100% de segurança.

Como ela pode ajudar indústrias?

Acima citei alguns exemplos de como empresas (de diversos setores) estão enxergando o blockchain como uma alternativa interessante para solucionar uma série de problemas.

 

Mas ainda existem várias indústrias que podem utilizá-la a partir de agora, se você quiser:

 

  • Transferências entre pessoas físicas podem ser feitas de qualquer país do mundo, sem precisar de bancos ou criar qualquer problema diplomático entre nações.

  • Dados médicos podem ser compartilhados de forma segura por todo o sistema de saúde.

  • Contratos inteligentes com seguradoras, corretoras de imóveis ou qualquer outra instituição torna-se mais rápida e cem por cento confiável.

  • Segurança de dados na internet, informações policiais e de investigação, acervos de museus e bibliotecas inteiras… Empresas que buscam deixar dados sigilosos totalmente seguros, sem risco de fraude ou vazamentos…

  • Rastreamento pode ser utilizado pelos setores de logística (inclusive no e-commerce), alimentos (setor agrícola e pecuário), transferência de empresas com governos;

  • Até mesmo o sistema eleitoral poderia se tornar “infraudável” graças à tecnologia blockchain.

 

O MIT Technology Review revelou que em 2019 a tecnologia blockchain será “comum”: mais acessível e massificada do que nunca.

 

E quem começar a utilizá-la será capaz de não só reduzir custos e agilizar processos, como também tornar processos e sistemas mais seguros e até revolucionar mercados inteiros.

 

Nós da StartSe junto com diversos setores ficamos cada vez mais ansiosos e entusiasmados com as possibilidades que essa tecnologia trará ao nosso dia a dia.

Você que leu até aqui...

Confira como essas tecnologias vão ajudar o seu dia a dia...

E tenha direito a uma condição super-especial

Por isso, se você quiser saber mais sobre essa tecnologia ainda tão desconhecida no Brasil e como ela pode ser o ponto de virada para o seu negócio, a StartSe vai realizar o Cripto and Blockchain Day.

Ele acontecerá no dia 28 de março no Expo Center Norte, em São Paulo.


Você que está lendo este relatório pode garantir 50 por cento de desconto em cima do valor cheio. Aproveite que é por tempo limitado ou até durarem os ingressos deste primeiro lote.

Se você quer conhecer mais do evento, a programação completa e os palestrantes nacionais e internacionais que estarão no Cripto and Blockchain Day, clique aqui e confira a nossa página.

 

Espero que esse relatório tenha sido útil para te mostrar um pouco do enorme potencial que a tecnologia blockchain terá nos próximos anos.

 

E os impactos que ela trará para a sua empresa e indústrias e setores no mundo todo.

 

Um abraço,

Marcelo Pimenta - Sócio da StartSe

Se tiver interessado em saber mais sobre o mundo do blockchain, clique aqui e conheça os maiores nomes desse setor e o que eles podem te ensinar ainda em 2019.